Quais são os 3 maiores bancos da América Latina?

Com a evolução das negociações, a humanidade deixou de lado a troca de produtos e serviços e passou a utilizar moedas como forma de pagamento oficial. Juntamente com essas mudanças, vieram os bancos, que chegaram com a intenção de guardar o patrimônio de quem buscava maior segurança.

Com o passar do tempo, as estratégias das instituições bancárias se mostraram muito lucrativas, já que, além de cobrarem taxas para quem decidisse guardar o dinheiro com eles, poderiam investir essa quantia e aumentar ainda mais a porcentagem de rentabilidade do negócio.

Atualmente, entre diversas empresas na bolsa de valores, encontramos muitos bancos que valem bilhões de dólares e estão no topo quando falamos de valor de mercado – pensando em todo esse setor, abaixo, listamos os 3 maiores bancos da América Latina.

1)  Itaú Unibanco – US$39 bilhões

Oficialmente criado em 2008, o Itaú Unibanco surgiu após a fusão do Itaú com o Unibanco, ambas instituições que já apresentavam grande destaque no mercado, conquistando o posto de maior banco do Brasil e da América Latina

Com valor de mercado que ultrapassa os US$39 bilhões (equivalente a R$215 bilhões), a instituição financeira é destaque nacional e internacional, estando no podium há muitos anos – perdeu a posição para o Nubank por algumas semanas no ano de 2021, mas voltando logo em seguida.

2)  Nubank – US$37,4 bilhões

Um dos maiores destaques da lista é o Nubank, que apresenta uma história mais recente e com muitas inovações. Comparado a outras instituições, mesmo com os poucos anos de existência, já conseguiu conquistar o topo entre os bancos mais valiosos, como dito anteriormente

Fundada em 2013, a startup brasileira nasceu como uma fintech que ofertava cartão de crédito de uma forma menos burocrática que os bancos tradicionais. Com o tempo, foi ganhando maior força no mercado e, hoje, conta com um valor de mercado que ultrapassa os US$37,4 bilhões (R$208 bilhões).

3)  Bradesco – US$33,5 bilhões

Fundado em 1943, o Bradesco surgiu no interior de São Paulo com o nome de Banco Brasileiro de Descontos. Inicialmente focado em pequenos comércios e na população com menor poder aquisitivo, a instituição ganhou força e cresceu com o tempo.

Atualmente, é destaque mundial e conquista o lugar de terceiro maior banco do Brasil e da América Latina, com valor que ultrapassa os US$33,5 bilhões (R$184 bilhões).

Crescimento Nubank na América Latina

Um aumento nas taxas de juros esperadas impactou as novas empresas de tecnologia e fez com que o valor do Nubank ficasse abaixo do de seus pares brasileiros. Assim, a empresa perdeu o título de banco mais valioso da América Latina.

Neste começo de 2022, o banco digital, que fez uma das maiores aberturas de capital nos Estados Unidos no ano passado, vê sua ação cair 13,4%. Comparativamente, os papéis do Itaú negociados na mesma Bolsa de Nova York sobem 13,3% no período. Os do Bradesco (que tem valor de mercado de US$ 32,9 bilhões), têm alta 10,2%.

Entre as FinTechs, as empresas de pagamentos e as empresas de tecnologia nos EUA, a corretora digital Robinhood

O movimento é geral. O índice Nasdaq de empresas de tecnologia já caiu quase 5% este ano, enquanto bancos como Goldman Sachs, JPMorgan, Citigroup e Morgan Stanley agora estão prevendo um aumento nas taxas de juros pelo Federal Reserve.

De zero, o juro dos EUA deve ir para 2% ou 2,5%, tornando mais caro o custo de capital para as empresas. E as de tecnologia são as que mais precisam de dinheiro.

Um economista do Citigroup prevê que o Fed continuará a aumentar as taxas em 2017, pois a inflação permanece moderada e a taxa de desemprego está em torno de 5,0%. Contanto que a inflação não fique muito alta, é improvável que o Fed reduza as taxas tão cedo.

Além da questão do Federal Reserve, o executivo de uma empresa brasileira que abriu capital recentemente nos Estados Unidos disse que as empresas brasileiras continuam sendo mais penalizadas pelo sistema

Enquanto os movimentos Nubank, PagSeguro, Stone e XP decolaram, as ações de muitas das empresas mais tradicionais do Brasil estão caindo em Nova York.

É natural que, diante de uma ciclo de alta de juros, os investidores preferirem participar de empresas com modelo de negócio estabelecido e lucro estável.

Investidores do exterior estão despejando uma quantia recorde de dinheiro nos maiores bancos do Brasil. Este mês, eles estão contribuindo com US$ 6,8 bilhões para o mercado de ações local, e analistas dizem que os principais interesses estrangeiros estão nos produtores de commodities, especialmente porque a taxa de inflação em todo o mundo está subindo e só pode expandir os preços das commodities que o Brasil possui.

William Mendes

William Mendes

Atua há 10 anos na área de marketing, atendendo empresas do Brasil, China, Espanha, Portugal, Israel e Estados Unidos. Experiência com: SEO, Facebook ADS, etc.

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