Ferramenta de busca do Google pode morrer em 2016

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O assunto é polêmico e tem pegado fogo entre pesquisadores de tecnologia: a chegada de 2016 pode significar o fim da ferramenta de busca do Google. Quem chegou a essa conclusão – um tanto quanto alarmista, talvez– é Rowland Manthorpe, editor associado de tecnologia da Wired. Em um especial de previsões para o ano, Manthorpe listou uma série de transformações esperadas em 2016; entre elas, está o possível adeus do buscador mais famoso do mundo. A causa mortis? Espantosamente, os celulares – e a grande transformação no comportamento dos usuários de internet mobile que se deu nos últimos anos.

Em outubro de 2015, o colunista de tecnologia do The Guardian Charles Arthur esteve em uma conferência do Google e fez uma compilação dos melhores momentos da palestra em seu site pessoal. Arthur percebeu algo curioso nos dados de acesso apresentados pela empresa: aparentemente, as proporções de buscas mobile eram curiosamente baixas. Esmiuçando os dados, a conclusão de Arthur foi, no mínimo, surpreendente: cerca de 50% dos usuários mobile não fazem uma busca sequer no Google durante o dia, contra 7% que acessam a web por desktop. No computador, 55% dos internautas fazem uma busca por dia e 15% fazem ao menos duas. Quando pensamos nos milhões de pessoas que acessam a internet todos os dias, esses números ficam anda mais impressionantes.

Outro dado importante é o que as pessoas buscam online atualmente. De acordo com Arthur, as buscas mais frequentes são justamente… os sites que as pessoas mais acessam. Sim: termos como “Facebook” ou “Gmail” são as palavras-chave mais usadas no buscador. Parece surreal, mas é um comportamento observável por especialistas – e é justamente esse comportamento que pode levar o Google pelos ares.

A conta ficou fácil. Se tanta gente usa o Google simplesmente para encontrar seus sites favoritos e, com o celular, você tem o app respectivo de cada um deles… por que usar o buscador? O app do Facebook, líder em downloads em todo o mundo, está a apenas um polegar de distância; não é preciso buscar o site no Google para encontrá-lo. A ferramenta se torna, gradualmente, obsoleta na nova internet.

Se essa mudança tão drástica vai realmente se concretizar em 2016, só o tempo dirá. Mas uma coisa é certa: o Google está preocupado com os números baixos – e mudar um comportamento digital tão arraigado é um grande desafio.

Autora: Cláudia Fusco da Revista Galileu

Redação

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