O que faz um logotipo ser bom?

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Em um momento em que grandes empresas passam por processos de renovação de suas marcas como Amil, Santander, Bradesco entre outros, se faz a pergunta: como podemos analisar se um logotipo é verdadeiramente bom?

A resposta é que um logotipo deve atender algumas características de acordo com o target(público-alvo) daquela marca. É fundamental que todo o conjunto de identidade e expressão da marca tenham fit com este público, que será consumidor dela.

  1. Originalidade: A marca está fora do lugar comum daquele mercado
  2. Aplicabilidade/Uso: Possui aplicação nos diversos meios em que pode ser veiculada
  3. Adequação: É adequada e se comunica de maneira coerente com o público
  4. Contemporaneidade: A marca ainda será boa em 10 ou 20 anos?
  5. Declinabilidade: É possível derivar a marca?
  6. Pregnância: É fácil sua memorização?

A resposta dessas perguntas torna menos subjetiva a escolha de um desenho a outro. Isso também serve para evitar o que é comum que se aconteça durante o processo de escolha como:

  • reunião de funcionários para perguntar o que eles acham (normalmente, eles gostam do que o chefe gosta);
  • pedir a opinião da secretária, que tem muito bom gosto;
  • levar o projeto para casa e perguntar à mulher, que no fim é quem dá a palavra final;
  • “qual é o conceito do logo?”.

Destaco o último item. O conceito que leva a criação de um logo em partes, serve para justificar sua criação, mas, em questões práticas, não é fator de consideração para quem de fato a marca importa, o consumidor.

Ninguém compra produtos da Nike porque se identifica com a deusa que serviu de inspiração para a criação. Assim como ninguém abre conta no Bradesco porque se identifica com a árvore que seu logo simboliza. O conceito da marca se torna importante a medida em que ele é comunicado e expressado pela marca.

Já os funcionários da empresa possuem, geralmente, uma visão viciada dela, o que pode ser prejudicial na escolha de um desenho a outro.

A ótica da marca deve depender da percepção que o público tem dela. Em um processo de co-criação com o estúdio, escritório ou agência, como é o caso da Insight Lab e, amparado nos resultados de pesquisas de percepção do público-alvo deve ser tomada a decisão, levando em consideração que a decisão errada pode custar caro para a empresa em um futuro processo de rebranding.

Alan de Almeida

Alan de Almeida

Sócio-Diretor da Insight Lab, agência de Marketing e Publicidade. Bacharelado em Administração pela USCS.

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