Marketing

Dicas para gerar valor de marca utilizando a Realidade Virtual

Redação
Escrito por Redação

As marcas servem para identificar os serviços e produtos oferecidos e também para diferenciar as opções diante do mercado consumidor. Apenas na categoria de refrigerantes são mais de 3.500 marcas. Mas como se destacar?

A efetivação da compra é o resultado do grau de lembrança ou conscientização pelo público somado ao grau de fidelidade dos seus clientes e a força da imagem associada à marca. Esse raciocínio vem sendo utilizado pelas empresas de pesquisa para comparar as principais marcas de produtos líderes de venda nos supermercados brasileiros.

O termo Brand Equity, do inglês valor de uma marca, é recorrente na área de marketing e lista os quatro principais pilares que levam o consumidor ao ato de compra. Conheça cada um deles e os benefícios da utilização da Realidade Virtual:

CONHECIMENTO:

Diz respeito à apresentação e ao posicionamento da marca. Permite os consumidores identificarem os produtos e serviços oferecidos diante das diversas opções de mercado. É por isso que mesmo as empresas famosas como a Coca-Cola continuam realizando propagandas, lembrando seus consumidores sobre a qualidade dos produtos da empresa.

A Realidade Virtual é a mais nova ferramenta para se trabalhar campanhas de marketing. Os vídeos VR garantem uma experiência completa e íntima com o consumidor. Com os vídeos 360 o público tem maior absorção de conteúdo em comparação com os informes comercias tradicionais. Isso acontece porque há uma imersão completa na história da marca, separando o espectador de outras atividades que reduzem a atenção. Essa profundidade de relacionamento faz com que os consumidores levem a marca para o “top o mind” dentro da categoria de produtos.

ASSOCIAÇÃO:

É um dos maiores potenciais para quem deseja investir em Realidade Virtual. A utilização da tecnologia em si já traz para a empresa um status de inovadora e atualizada. Mas só isso não é o suficiente. O mundo virtual permite ser lúdico, livre de qualquer limitação física e aberto a todas as possibilidades da imaginação. Esse pilar é um campo fértil principalmente para a exploração dos atributos que cada empresa deseja ressaltar. Por exemplo, os atributos de conforto, segurança e qualidade, importantes para companhia aéreas, podem ser vivenciados de forma empírica em vídeos de voos virtuais. De fato, vivenciando as marcas através de um vídeo de Realidade Virtual, os atributos são muito mais enraizados nos seus consumidores.

A fidelidade à marca faz com que o consumidor volte a utilizá-la em outra circunstância. As pessoas são fiéis aquilo que lhes é agradável e garantem maior envolvimento. A Realidade Virtual pode entrar dentro de uma promoção ou um serviço especial, restrito ou reservado.

FIDELIZAÇÃO:

Um case de sucesso realizado pela Casa Mais 360 foi a ativação VR feita para a Castrol, fabricante de óleo para veículos automotivos. A empresa identificou que os motoristas não sabiam qual produto escolher quando estavam no ponto de vendas. Para se destacar foi realizada uma promoção que oferecia uma experiência em Realidade Virtual para os consumidores que comprassem da marca, e com isso, a empresa conseguiu aumentar significativamente o seu Market Share. O mercado VR está em constante ascensão mundialmente que até outros segmentos já tiveram um impulso favorável com o uso da Realidade Virtual. Outro exemplo que deve ser bastante promissor é no mercado editorial. Os jornais e revistas têm perdido cada vez mais assinantes, mas poderiam estabilizar essa queda oferecendo um benefício extra para os seus leitores, como entrevistas exclusivas gravadas em vídeos de Realidade Virtual.

QUALIDADE:

Marketing é a arte de bem fazer as trocas. Sendo assim, é preciso ouvir o que o público tem a dizer sobre a qualidade dos produtos oferecidos para melhorar constantemente. A Realidade Virtual, especialmente por ser uma tecnologia emergente, permite a possibilidade de utilizar a tecnologia como uma “moeda de troca” oferecendo uma experiência diferenciada para o cliente em troca de dados cadastrais, o famoso “lead”. Com as informações sobre o cliente em mãos, vale consultá-los sobre a qualidade do atendimento e dos serviços oferecidos, bem como possíveis melhorias que podem ser implementadas no seu negócio.

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